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    <title>Editora UFG</title>
    <description>Editora</description>
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      <title>UFG adota medidas de comunicação durante o período de defeso eleitoral</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="noticia defeso eleitoral" title="noticia defeso eleitoral" src="http://editora.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1295/o/CARD_NOT%C3%8DCIAS.png?1783097320" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;" data-start="236" data-end="522"&gt;A partir deste 4 de julho, a Editora UFG passa a adotar as medidas previstas para o período de defeso eleitoral, conforme as orientações da Secretaria de Comunicação da Universidade Federal de Goiás (Secom/UFG) e a legislação eleitoral vigente. &lt;span aria-hidden="true"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="524" data-end="894"&gt;Durante esse período, os comentários nas publicações dos perfis oficiais da Editora UFG permanecerão temporariamente desativados. A medida integra as ações adotadas pela Universidade para assegurar que a comunicação institucional mantenha caráter estritamente informativo, técnico e impessoal até o término do período eleitoral.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="896" data-end="1284"&gt;As atividades de divulgação da Editora UFG seguem normalmente, respeitando as orientações aplicáveis ao período. Assim, continuarão sendo publicados conteúdos relacionados ao catálogo editorial, lançamentos de livros, eventos acadêmicos, editais e demais ações institucionais de interesse da comunidade, sempre em conformidade com as normas vigentes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1286" data-end="1593"&gt;Mesmo com a desativação dos comentários, o atendimento ao público continuará sendo realizado pelos canais oficiais da Editora. Leitores, autores, pesquisadores e demais interessados poderão entrar em contato por meio do Direct no Instagram para esclarecimento de dúvidas, solicitações e outras demandas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1595" data-end="1771" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;A Editora UFG agradece a compreensão da comunidade e reforça seu compromisso com uma comunicação pública responsável, transparente e em conformidade com a legislação eleitoral.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 13:51:43 -0300</pubDate>
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      <title>Michel Foucault e a invenção do homem: obra revisita um dos livros mais influentes da filosofia contemporânea</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="capa michel foucault" title="capa michel foucault" src="http://editora.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1295/o/capa_michel_foucault.png?1783085159" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;Nova edição publicada pela Editora UFG retoma a leitura de José Ternes sobre &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;As palavras e as coisas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; e convida leitores a repensarem as relações entre saber, história e verdade&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mais de meio século após a publicação de As palavras e as coisas (1966), uma das obras mais influentes de Michel Foucault, o debate em torno das formas de produção do conhecimento continua mobilizando pesquisadores das áreas de Filosofia, História e Ciências Humanas. É nesse contexto que a Editora UFG publica uma nova edição de “Michel Foucault e a Idade do Homem”, livro do filósofo e professor, José Ternes, que oferece uma leitura aprofundada da obra foucaultiana e de seus desdobramentos para a compreensão da modernidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A publicação marca o retorno de um trabalho que já teve duas edições esgotadas e que permanece relevante em um cenário intelectual marcado por disputas em torno da ciência, da verdade e da produção do conhecimento. Segundo o autor, a decisão de relançar a obra está relacionada tanto à recepção positiva do livro ao longo dos anos quanto à permanência das questões levantadas por Foucault.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“Continua a desconcertar os seus leitores no mundo todo. E são muitos”, afirma o autor ao comentar a atualidade do filósofo francês. Para ele, a nova edição também representa uma forma de contribuir com a reflexão filosófica em um período marcado pelo avanço de posições anti-intelectualistas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Uma investigação sobre o nascimento das ciências humanas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Professor e pesquisador com trajetória dedicada à epistemologia e à filosofia francesa contemporânea, José Ternes desenvolveu a obra a partir de um longo percurso acadêmico iniciado ainda nos anos 1970. Seu interesse por Foucault surgiu durante estudos sobre a epistemologia histórica de Gaston Bachelard, e, segundo José Ternes, ao identificar “uma espécie de tradição de pensamento emergente na primeira metade do século XX na França cuja principal inovação consiste no reconhecimento de uma história do pensamento, científico ou não, independente das tradicionais histórias factuais e sociológicas”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No centro do livro está a análise de As palavras e as coisas, obra em que Foucault investiga as condições históricas que tornaram possível o surgimento das chamadas ciências humanas. Em vez de enxergar esses saberes como resultado de um progresso contínuo do conhecimento, o filósofo procura compreender os acontecimentos históricos que permitiram seu aparecimento.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao longo da análise, Ternes destaca uma das teses mais conhecidas de Foucault: a ideia de que o “homem”, tal como é concebido pelas ciências modernas, não é uma realidade universal e permanente, mas uma construção histórica relativamente recente. A famosa afirmação de que “o homem é uma invenção recente” aparece como uma das chaves para compreender o projeto arqueológico desenvolvido pelo filósofo francês.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Contra as certezas e as narrativas lineares&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um dos aspectos centrais discutidos na obra é a crítica de Foucault às interpretações lineares da história. Para o filósofo, os modos de pensar não evoluem de forma contínua e progressiva, mas são atravessados por rupturas, transformações e descontinuidades.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Segundo Ternes, Foucault identificou que determinadas épocas privilegiavam ideias de universalidade, objetividade e fundamentos absolutos, enquanto outras passaram a reconhecer a historicidade das formas de conhecimento. O interesse do filósofo, portanto, não estava em descobrir verdades eternas, mas em compreender as condições que tornam certas formas de saber possíveis em momentos específicos da história.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Essa perspectiva também orienta a noção de arqueologia do saber, conceito central na obra foucaultiana. Mais do que um método fechado, a arqueologia busca investigar os sistemas históricos que possibilitam o surgimento de discursos, conceitos e campos de conhecimento. Nas palavras do autor, trata-se de “dar conta do que torna possível um acontecimento”.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Diálogo com Bachelard e crítica às certezas modernas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Embora Michel Foucault tenha feito poucas referências diretas a Gaston Bachelard,  o autor da obra identifica aproximações importantes entre os dois pensadores. Ambos compartilhariam a compreensão de que a verdade, segundo Ternes, “esta não residiria nas coisas, mas é, sempre, nossa invenção. É discurso. Formas possíveis da linguagem. As coisas permanecem, quase sempre como são. A vida dos homens se repete infinitamente. As formas, não sse enconjtra pré formadas em algum espaço imóvel da natureza. Elas são, sempre, formadas. Por isso são efêmeras. O historiador/filósofo teria, então como tarefa primeira diagnosticar, descrever, o nascimento e a morte dos espaços formais”, enfatizou. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O livro discute temas como a historicidade do conhecimento, os limites das teorias universais e a necessidade permanente de revisão crítica das certezas estabelecidas. Para Ternes, uma das principais lições herdadas de Foucault é justamente a desconfiança em relação às verdades definitivas. “É preciso, constantemente, desconfiar de nossas certezas”, afirma o autor ao refletir sobre o impacto da leitura de Foucault em sua própria trajetória intelectual.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Foucault e os desafios do presente&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mesmo décadas após sua morte, Michel Foucault permanece como uma das referências mais influentes do pensamento contemporâneo. Seus estudos sobre saber, poder, linguagem e subjetividade continuam mobilizando pesquisas em diferentes áreas do conhecimento e inspirando novas formas de compreender os fenômenos sociais e culturais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para José Ternes, o legado de Foucault ultrapassou há muito tempo os limites dos modismos acadêmicos. Sua relevância está relacionada à capacidade de provocar deslocamentos no modo de pensar e de questionar pressupostos frequentemente naturalizados pelas instituições e pelos discursos científicos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O autor destaca ainda que a obra foucaultiana não deve ser encarada como um conjunto de modelos prontos a serem reproduzidos. Ao contrário, os textos do filósofo funcionariam como instrumentos de investigação intelectual capazes de estimular a criatividade e a autonomia do pensamento. “Um autor, ou uma obra, devem ser instrumentos, ou ferramentas, para o leitor. Jamais modelos”, observa Ternes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao reunir décadas de pesquisa e reflexão filosófica, “Michel Foucault e a Idade do Homem” oferece uma porta de entrada qualificada para um dos pensadores mais importantes do século XX. Mais do que uma interpretação de “As palavras e as coisas”, o livro convida o leitor a revisitar suas próprias certezas e a explorar os caminhos, rupturas e deslocamentos que constituem a história do pensamento moderno.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 10:26:28 -0300</pubDate>
      <link>https://editora.ufg.br/n/michel-foucault-e-a-invencao-do-homem</link>
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      <title>Pensar como historiadora: livro resgata o pensamento pioneiro de Hélène Metzger e amplia debates sobre a história das ciências</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="capa pensar como historiadora" title="capa pensar como historiadora" src="http://editora.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1295/o/capa_pensar_como_historiadora.png?1782937314" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;h3&gt;Publicação da Editora UFG reúne textos inéditos em português de uma das mais influentes historiadoras das ciências do século XX&lt;/h3&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Editora UFG lança no mês de julho o livro “Pensar como historiadora”, coletânea de ensaios e conferências da filósofa e historiadora das ciências Hélène Metzger (1889–1944), autora que permaneceu à margem do cânone da historiografia das ciências a despeito do papel decisivo que desempenhou na consolidação deste campo de investigação. Primeiro livro de Metzger em português, a obra organizada pelos professores Hallhane Machado e Tiago Almeida apresenta ao público brasileiro alguns dos aspectos mais centrais do pensamento desta que é uma das mais importantes intelectuais do século XX, reunindo conferências e debates.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nascida nos arredores de Paris, Metzger participou ativamente da institucionalização da história das ciências na Europa entre as décadas de 1920 e 1940. Historiadora, filósofa e especialista na história da química, integrou organismos internacionais da área, colaborou para a formação de redes de pesquisa e publicou obras que ainda influenciam gerações de estudiosos das mais diversas áreas do saber. De origem judaica, foi capturada pelos nazistas durante a ocupação da França e assassinada em Auschwitz, em 1944.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;De acordo com Hallhane Machado, o interesse pela autora surgiu durante suas pesquisas sobre a historiografia francesa e foi reforçado pela tradução que realizou de um texto de Metzger para a Revista de Teoria da História, periódico publicado pela Faculdade de História  da UFG, onde atua como professora e pesquisadora. “Pensamos, então, que deveríamos nos ocupar dessa autora tão relevante para o campo, mas proporcionalmente pouco lida. Esse foi o ponto de partida para o livro”, afirmou em entrevista à Editora UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Embora pouco reconhecida no Brasil, o reconhecimento da importância de Metzger não é recente. Autores como Thomas Kuhn e Georges Canguilhem, referências internacionais no campo da filosofia e história das ciências, já apontaram a influência decisiva de suas ideias. Para Tiago Almeida, professor na Faculdade de História da UnB,  essa ausência revela mecanismos de exclusão presentes na própria construção da memória disciplinar dos historiadores. De acordo com o pesquisador, “Metzger, que nunca obteve um posto universitário permanente, foi excluída da ‘memória disciplinar’, por mais destacadas que tenham sido a sua atuação e a sua produção historiográfica”.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Uma pensadora que defendia o olhar historiográfico sobre a ciência&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O título da coletânea faz referência a uma das teses mais contundentes defendidas pela filósofa em seus trabalhos: a defesa de que a história das ciências deveria ser praticada com métodos próprios da historiografia. Conforme destaca Halhane Machado, “Metzger nunca deixou de reconhecer a importância da história das ciências para a produção e para a transmissão do conhecimento científico, nem a necessidade de diálogo com a filosofia da ciência, muito pelo contrário, porém, ainda que a história das ciências pudesse ser escrita por cientistas e filósofos, para atender aos interesses específicos da ciência e da filosofia, Metzger defendia que o bom historiador das ciências era aquele que conseguia “pensar como historiador”, ou seja, aquele que conseguia empregar, para o estudo das ciências do passado, os métodos de pesquisa utilizados pelos historiadores profissionais”. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Gênero, reconhecimento e memória acadêmica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O alcance das contribuições e a trajetória de Hélène Metzger colocam em jogo um importante debate que há algumas décadas vem se impondo e se tornando cada vez mais relevante: os obstáculos enfrentados por mulheres no ambiente acadêmico. No início do século XX, mesmo impedida de seguir determinados percursos educacionais e afastada de posições universitárias permanentes, e com a carreira marcada por limitações institucionais, Metzger, assim como Marie Curie na mesma época, foi capaz de impor seu trabalho que, desde o início, revelou-se incontornável.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os organizadores ressaltam, contudo, que a autora não deve ser lembrada apenas pelas barreiras que enfrentou e soube superar. A coletânea procura evidenciar também o prestígio que conquistou entre importantes intelectuais de sua época. Figuras como Lucien Febvre, Alexandre Koyré, Johan Huizinga e Henri Sigerist participaram de debates sobre suas conferências e reconheceram a importância decisiva de suas pesquisas, a originalidade de sua reflexão e a grandeza de sua obra &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nesse sentido, a publicação propõe uma reflexão mais ampla sobre os critérios que definem quais autores são incorporados às narrativas oficiais da historiografia. Ao recuperar uma pensadora frequentemente esquecida, o livro convida leitores e pesquisadores a revisitar os processos de construção da memória acadêmica e dos próprios cânones disciplinares.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Tradução inédita e compromisso com a difusão do conhecimento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A organização da obra envolveu desafios significativos. Grande parte dos textos reunidos corresponde a conferências e debates públicos, preservando marcas de oralidade, intervenções espontâneas e discussões intelectuais da época. Além disso, os organizadores precisaram lidar com conceitos científicos históricos que já não fazem parte do vocabulário contemporâneo, exigindo ampla pesquisa contextual para garantir a fidelidade das traduções.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para Hallhane Machado, a publicação também reforça o papel central das editoras universitárias na circulação do conhecimento científico. De acordo com a pesquisadora, instituições públicas têm a responsabilidade de promover obras relevantes para a formação intelectual e para o fortalecimento do debate acadêmico, conciliando rigor editorial e compromisso com os leitores.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao disponibilizar em português estes textos fundamentais de Hélène Metzger, a Editora UFG reafirma seu compromisso com a pesquisa produzida na Universidade e sua vocação para a divulgação do conhecimento. Além disso, ao também contribuir para a reflexão acerca de questões sociais candentes, a editora desconstrói a ideia retrógrada de segmentação, que compromete a possibilidade de um debate mais consistente, ampliando assim o horizonte de reflexão. A publicação deste “Pensar como historiadora”, portanto, indica quão vivo e pujante permanece a atividade acadêmica em nosso país.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jul 2026 17:26:01 -0300</pubDate>
      <link>https://editora.ufg.br/n/lancamento-pensar-como-historiadora</link>
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    <item>
      <title>Encontro reúne editores do Centro-Oeste e debater práticas editoriais universitárias</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="logo encontro editores" title="logo encontro editores" src="http://editora.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1295/o/logo_encontro_editores.png?1782589024" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Evento promovido pela Editora UFG em Goiânia contou com a presença de especialistas da USP e da Unicamp e reuniu representantes de editoras da região&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na tarde do dia 25 de junho, o Auditório da Agência UFG de Inovação, no Parque Tecnológico Samambaia, em Goiânia, sediou o Encontro com Editores do Centro-Oeste, promovido pela Editora UFG. O evento reuniu diretores e representantes de editoras universitárias da região com dois nomes de referência nacional na edição acadêmica: Plínio Martins Filho, professor da Universidade de São Paulo (USP), ex-diretor da Editora da USP e editor da Editora Ateliê Editorial, e Paulo Franchetti, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e ex-diretor da Editora da Unicamp, este último com participação por videoconferência. A mediação ficou a cargo do Prof. Wilson Flores, Diretor da Editora UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O encontro integrou a programação de um dia dedicado ao mundo editorial, que havia começado pela manhã com uma visita à Editora UFG. A proposta do evento tratou de promover o intercâmbio de experiências entre editoras da região e especialistas que ajudaram a construir importantes editoras universitárias do país.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em sua fala, Plínio Martins Filho enfatizou o papel insubstituível do livro na formação humana e intelectual. "O livro é a nossa única esperança humana, porque tudo está deixando de ser humano", afirmou. Para ele, ao contrário da internet, que "dá informação, mas não dá formação", o livro permanece como um objeto singular por ser feito, escrito e desenhado por pessoas. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O professor Plínio também destacou o caráter coletivo da produção editorial, muitas vezes invisível ao leitor. "Para se fazer o livro, ele passa a ser um trabalho coletivo", disse, lembrando a dependência em relação a tradutores, designers e revisores. O editor, que começou sua trajetória no depósito da Editora Perspectiva e chegou à presidência da Edusp, onde participou da publicação de mais de 1.600 títulos — 80 deles premiados com o Jabuti —, defendeu que as editoras públicas têm a obrigação de devolver à sociedade, em forma de conhecimento, os recursos que recebem das universidades.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Paulo Franchetti, ex-diretor da Editora da Unicamp, abordou os pilares de uma editora universitária consistente. Para ele, dois elementos são indispensáveis: um conselho editorial sólido e a capacidade técnica de transformar um texto em livro. Franchetti foi taxativo ao definir a função central de uma editora: "O essencial em uma editora universitária é ser um filtro." E resumiu em uma frase a identidade de qualquer casa editorial: "Uma editora é seu catálogo."&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Marina Dourado, diretora da Editora Universidade de Brasília, representou as editoras do Centro-Oeste no debate e avaliou positivamente o encontro. "É uma oportunidade excelente de se reunir com esses grandes nomes da história da edição universitária e também com os demais colegas", disse. Ela ressaltou que o evento permitiu refletir sobre processos editoriais, o alcance dos livros e as possibilidades de ampliação de parcerias entre as instituições da região.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao final do encontro, o desejo compartilhado pelos participantes era de que iniciativas como essa se tornem recorrentes. "É um desejo que realmente esses encontros se repitam, porque essa troca de experiência entre quem faz o livro é fundamental", concluiu Martins Filho.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 27 Jun 2026 16:38:11 -0300</pubDate>
      <link>https://editora.ufg.br/n/encontro-editores-centro-oeste</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Editora UFG integra programação do VII Encontro Nacional de Escritores em Goiânia</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="logo encontro escritores" title="logo encontro escritores" src="http://editora.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1295/o/logo_encontro_nacional_escritores.png?1778605367" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Evento promovido pela UBE-GO reúne grandes nomes da literatura nacional, programação acadêmica, feira editorial e atividades culturais no Sesc Cidadania&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Após um hiato de 25 anos, Goiânia volta a sediar um dos mais importantes encontros literários do país. Entre os dias 28 e 31 de maio, o Sesc Cidadania recebe o VII Encontro Nacional de Escritores, evento promovido pela União Brasileira de Escritores de Goiás (UBE-GO) em celebração aos 80 anos da entidade. A programação reúne escritores, pesquisadores, artistas, universidades, editoras e instituições culturais em quatro dias dedicados à literatura, à memória e à formação cultural. Entre os participantes confirmados está a Editora da Universidade Federal de Goiás.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O encontro marca o reposicionamento de Goiânia no mapa dos grandes debates literários nacionais. A iniciativa dialoga com a memória de encontros históricos realizados na capital desde a década de 1950, quando nomes como Pablo Neruda e Jorge Amado participaram do lendário Encontro Nacional de Intelectuais promovido por Pedro Ludovico.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O evento acontece em um momento de fortalecimento da produção literária goiana e aposta em uma programação ampla, gratuita e descentralizada, articulando literatura, música, universidade e formação de leitores. A presença da Editora UFG reforça o papel das editoras universitárias na difusão cultural e no fortalecimento da produção intelectual contemporânea, especialmente em um contexto de valorização da bibliodiversidade e da circulação de autores regionais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao longo dos quatro dias, o público poderá visitar os estandes da feira literária, que reunirá universidades, academias de letras, editoras independentes, coletivos culturais e projetos ligados ao livro e à leitura. Além da Editora UFG, participam instituições como a Academia Goiana de Letras, o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG), a PUC Goiás e editoras independentes do estado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A UFG também integra diretamente a programação acadêmica do encontro. No dia 29 de maio, docentes e estudantes da Faculdade de Letras participam da mesa-redonda “Espaço Acadêmico (UFG)”, voltada à discussão sobre clubes de leitura e práticas de formação leitora, com mediação de Marcelo Ferraz.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A programação literária reúne alguns dos principais nomes da literatura brasileira contemporânea, como Cristovão Tezza, Carla Madeira, Andréa Del Fuego, Reinaldo Moraes, Nicolas Behr e Natália Timerman, além de autores ligados à produção cultural goiana, como Edival Lourenço, Lêda Selma e Maria Helena Chein.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Entre os destaques da programação estão a conferência de abertura “Literatura &amp;amp; Memória”, com Natália Timerman, e a conferência de encerramento “O local e o universal na literatura”, ministrada por Andréa Del Fuego. Também estão previstas oficinas de literatura indígena, literatura negra, escrita de roteiro, literatura produzida por mulheres e debates sobre literatura e cultura do cerrado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O encontro ainda presta homenagem ao poeta goiano Gilberto Mendonça Teles, referência central da literatura do estado e inspiração para parte da identidade visual e simbólica desta edição. Além das atividades literárias, a programação contará com shows musicais, concursos de poesia e redação, apresentações culturais e espaços voltados à convivência entre leitores, escritores e pesquisadores. A expectativa da organização é transformar o Sesc Cidadania em um grande ponto de encontro da cultura escrita em Goiás, aproximando diferentes gerações por meio da literatura.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A participação da Editora UFG reafirma o compromisso da universidade pública com a valorização da cultura, da literatura e da circulação do conhecimento. Ao integrar um evento que reúne escritores, pesquisadores, editoras e instituições culturais de diferentes partes do país, a editora fortalece sua atuação como espaço de difusão da produção intelectual e artística, além de ampliar o diálogo entre universidade e sociedade. Além disso, também evidencia o papel estratégico das editoras universitárias na preservação da memória cultural, no incentivo à leitura e no fortalecimento da cena literária goiana e brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 12 May 2026 14:10:38 -0300</pubDate>
      <link>https://editora.ufg.br/n/editora-ufg-integra-vii-encontro-nacional-escritores</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Editora UFG assina contrato para publicação das obras completas de Carmo Bernardes</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="assinatura " title="assinatura " src="http://editora.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1295/o/assinatura.png?1777312899" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: 400;"&gt; Acordo com filhas do autor prevê reedição de 20 obras, incluindo títulos inéditos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Universidade Federal de Goiás (UFG), por meio da Editora UFG, assinou nesta sexta-feira (24/04) o contrato simbólico que autoriza a publicação das obras completas do escritor Carmo Bernardes. O acordo, com duração de sete anos, prevê a reedição de 20 livros, incluindo dois títulos inéditos, e representa um passo significativo para ampliar a circulação e a visibilidade da obra de um dos principais nomes da literatura produzida em Goiás e do regionalismo brasileiro.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center" style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1295/o/assinatura_ana.png" alt="assinatura ana" width="400" height="533" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Créditos: Editora UFG.&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nascido em Patos de Minas (MG), em 1915, Carmo Bernardes faleceu em Goiânia, em 1996. Ao longo de sua trajetória, atuou como redator, cronista, contista, romancista e crítico de arte. Sua obra é marcada pela forte relação com o Cerrado e pela valorização da cultura rural e dos saberes populares. Com atuação também em causas ambientais, participou de encontros nacionais sobre preservação e foi reconhecido por sua contribuição ao debate ecológico. Membro da Academia Goiana de Letras, foi premiado internacionalmente por uma produção literária que fez da cultura goiana sua matéria central. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A assinatura do contrato se insere em um momento de consolidação da Editora UFG como agente estratégico na produção e difusão cultural e literária do estado e do país. Reconduzido ao cargo, o diretor, Prof. Wilson Flores inicia novo mandato com o desafio de ampliar a inserção da editora no cenário nacional. Entre as prioridades estão o fortalecimento da imagem institucional, a ampliação do alcance junto à comunidade acadêmica e à sociedade, além do lançamento de coleções, da publicação de obras de referência e do estabelecimento de parcerias com outras editoras e instituições culturais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em seu primeiro mandato, o Prof. Wilson priorizou o lançamento de coleções de relevante valor acadêmico, científico e cultural. A Editora UFG também buscou restabelecer parcerias com editoras universitárias e instituições públicas e privadas, entre essas ações, destaca-se a participação na FLIG (Feira Literária de Goiás), que terá nova edição neste ano, organizada pelo IF Goiano com apoio da FAPEG. Como parte desse processo, foi estruturado um Conselho Editorial com caráter representativo e interdisciplinar, reunindo docentes de diferentes áreas do conhecimento, o que amplia os critérios de análise e qualifica o processo de curadoria das obras publicadas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para 2026, a Editora UFG planeja dar continuidade a projetos de grande envergadura, como a continuidade das publicações da coleção Biblioteca Goiana, com a reedição de obras de referência, além dos livros de poesia de Leodegária de Jesus, reunidos em um único volume, e &lt;em&gt;Veias e Vinhos&lt;/em&gt;, de Miguel Jorge. É nesse contexto que se insere também a publicação das obras completas de Carmo Bernardes, uma das grandes iniciativas da Editora para o ano.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os primeiros títulos a serem lançados são &lt;em&gt;A ressurreição de um caçador de gatos&lt;/em&gt;,&lt;em&gt; Jângala: complexo Araguaia&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Vida mundo&lt;/em&gt;. A proposta, de acordo com o Prof. Wilson, é garantir que essas produções cheguem a novas gerações de leitores e pesquisadores, fortalecendo o vínculo entre memória, conhecimento e educação.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A assinatura simbólica do contrato foi realizada no Gabinete da Reitoria, no dia 23/04/2026, sob a condução da reitora da UFG, Profa. Sandramara Matias Chaves, que recebeu a ocasião como um ato institucional de relevância cultural para a universidade. &lt;span&gt;A filha do escritor, Ana Maria do Carmo, esteve presente como representante da família e da memória do pai, conferindo ao momento um caráter ao mesmo tempo institucional e afetivo, além d&lt;/span&gt;o diretor da Editora UFG, Prof. Wilson Flores e o membro do Conselho Editorial, o Prof. Marlon Salomon, coordenador de publicações da Editora e responsável pela condução editorial do projeto junto à família do escritor.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Também estiveram presentes a pró-reitora de pós-graduação, Profa. Laura Vilela, &lt;span&gt;o Prof. Alexandre Badim, secretário de relações internacionais (SRI), os assessores especiais de relacionamento interinstitucional, Tasso de Sousa Leite e Júlia Sebba Ramalho Morais, a secretária executiva do gabinete, Célia Aparecida Ribeiro e a gerente de convênios, Renata Portilho. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center" style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1295/o/foto_geral_oficial.png" alt="foto geral oficial" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Créditos: Editora UFG.&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;De acordo com a reitora, a assinatura do contrato representa um marco institucional e cultural, ao ampliar o acesso à obra de um escritor central para a produção literária do estado. Em sua avaliação, a publicação das obras completas deve fortalecer a circulação e a visibilidade do autor em âmbito nacional, além de contribuir para a preservação de seu legado. A filha do escritor, Ana Maria do Carmo, afirmou que o projeto tem um significado especial e destacou a importância social da obra do pai. Segundo ela, a publicação contribui para que as novas gerações tenham acesso ao legado do autor e para a valorização de elementos culturais por vezes negligenciados ao longo do tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O diretor da Editora, pontuou que o processo foi ágil e contou com o engajamento das filhas do escritor, o que evidencia o reconhecimento da importância do projeto por parte da família. Para o Prof. Marlon Salomon, membro do Conselho Editorial, a iniciativa tem relevância não apenas literária, mas também cultural e acadêmica. A reunião da obra em um conjunto editorial organizado permitirá novas leituras críticas e deve estimular estudos sobre o autor. Salomon também destacou a atualidade do pensamento de Carmo Bernardes, especialmente no que diz respeito às questões ambientais, apontando que sua produção dialoga com debates contemporâneos sobre preservação e sustentabilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center" style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1295/o/foto_3.png" alt="sandramara diretor ana" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Créditos: Editora UFG.&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Publicar obras como as de Carmo Bernardes não é apenas um ato editorial; é um compromisso de uma universidade pública com a memória, a identidade e a cultura regional. Ao reunir a produção de um autor que dedicou sua vida a narrar o Cerrado, seus costumes e seus saberes, a Editora UFG reafirma que o conhecimento produzido deve, antes de tudo, retornar à sociedade. É esse movimento que justifica e renova o papel de uma editora universitária.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="/a/contrato-publicacao-carmo-bernardes" target="_blank" rel="noopener"&gt;Clique aqui para acessar a galeria de fotos do evento!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 27 Apr 2026 15:07:47 -0300</pubDate>
      <link>https://editora.ufg.br/n/editora-ufg-assina-contrato-carmo-bernardes</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Editora UFG lança novo edital da Coleção Expressão Acadêmica para publicação de teses e dissertações</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="novo edital expressão acadêmica " title="novo edital expressão acadêmica " src="http://editora.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1295/o/novo_edital_express%C3%A3o_acad%C3%AAmica_.png?1776879772" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 []"&gt;Edital contempla trabalhos defendidos entre 2024 e 2026 e prevê publicação em formato digital e de acesso livre&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 []"&gt;A Editora da Universidade Federal de Goiás (UFG) publicou o&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1295/o/Edital_Express%C3%A3o_Acad%C3%AAmica_Edi%C3%A7%C3%A3o_2026_FINAL.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt; edital nº 01/2026 da Coleção Expressão Acadêmica&lt;/a&gt;, que abre inscrições para a seleção de teses e dissertações defendidas nos Programas de Pós-Graduação (PPGs) da instituição. A iniciativa prevê a publicação das obras em formato eletrônico e de acesso livre, ampliando a circulação do conhecimento produzido na Universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"&gt;Podem ser inscritas pesquisas defendidas entre novembro de 2024 e julho de 2026, sendo a submissão realizada pelas coordenações dos PPGs, após processo de seleção interna. Cada programa poderá indicar até duas dissertações e duas teses para avaliação pelas Comissões de Área da Editora UFG (Ciências Humanas; Linguística, Letras e Artes; Ciências Sociais Aplicadas; Ciências Exatas e da Terra; Ciências Biológicas; Ciências da Saúde; Engenharias; Ciências Agrárias; e Multidisciplinar).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"&gt;Os textos selecionados passarão por processo editorial conduzido pela Editora UFG. As obras aprovadas integrarão a Coleção Expressão Acadêmica e serão disponibilizadas em formato de ebook.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"&gt;O cronograma prevê até 31 de agosto de 2026 para submissão das teses e/ou dissertações pelo(a) coordenador(a) do PPG para a Editora UFG. Os livros serão publicados posteriormente, em data a ser definida pela Editora .&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1295/o/Edital_Express%C3%A3o_Acad%C3%AAmica_Edi%C3%A7%C3%A3o_2026_FINAL.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Clique aqui para acessar o edital.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"&gt;&lt;a href="/p/colecao-expressao-academica" target="_blank" rel="noopener"&gt;Confira as obras mais recentes pulicadas pela Coleção Expressão Acadêmica.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:42:00 -0300</pubDate>
      <link>https://editora.ufg.br/n/novo-edital-colecao-expressao-academica</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Lançada coleção Expressão Acadêmica</title>
      <description>&lt;img width="200" alt=" Coleção Expressão acadêmica01.png" title=" Coleção Expressão acadêmica01.png" src="http://editora.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/Cole%C3%A7%C3%A3o_Express%C3%A3o_acad%C3%AAmica01.png?1775757865" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Editora UFG celebra a excelência da pós-graduação em lançamento de 14 livros&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Caroline Pires&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fotos: Júlia Mariano&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em uma noite de celebração da pesquisa, ciência e difusão acadêmica, foi lançado ontem, 8/4, a nova Coleção Expressão Acadêmica, da Editora UFG. O lançamento exemplifica a qualidade de teses e dissertações produzidas na Universidade. Ao todo são 14 obras que foram publicadas em &lt;a href="https://editora.ufg.br/p/colecao-expressao-academica"&gt;formato de e-book&lt;/a&gt; e apresentam trabalhos das áreas de &lt;span&gt;Ciências Humanas; Linguística, Letras e Artes; Ciências Sociais Aplicadas; Multidisciplinar; Ciências da Saúde e Ciências Agrárias. A ideia é que as publicações sigam acontecendo pela Editora UFG de maneira periódica, refletindo uma Universidade que atua de forma a ampliar a circulação do conhecimento e que transforma pesquisa em ações acessíveis. Confira o &lt;a href="/a/lancamento-da-nova-colecao-expressao-academica"&gt;álbum do evento&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa é o maior lançamento dessa coleção na UFG, e são “pesquisas que demonstram a excelência da nossa Universidade. Elas foram selecionadas três vezes, pela banca, pela unidade acadêmica que fez a indicação e ainda pela comissão que avaliou a sua publicação”, explicou Wilson Flores, diretor da Editora UFG. Segundo ele, vários desafios foram enfrentados durante a editoração, mas de forma coletiva foi encontrado o caminho necessário para que esse lançamento fosse possível. Ele adiantou ainda que o próximo edital da coleção Expressão Acadêmica será divulgado no dia 15 de abril e, com isso, se retoma a periodicidade que havia sido perdida nos últimos anos. “Vale destacar o resultado da última avaliação quadrienal da Capes, em &lt;span&gt;que mais de 30% dos programas da UFG obtiveram aumento de conceito.&lt;/span&gt; O que vemos aqui é resultado disso”, destacou. Segundo ele, a atuação da UFG, visando o fortalecimento da pesquisa como instrumento da transformação social está sendo exemplificado neste lançamento. Ele ainda informou que há quatro editais de fluxo contínuo que estão disponíveis no site da Editora UFG. Wilson Flores anunciou ainda que, em breve, será lançado obras de Miguel Jorge e Leodegaria de Jesus, como parte da coleção Biblioteca Goiana. Além disso, mais de 20 obras de Carmo Bernardes serão lançado pela Editora UFG, ainda em 2026. “Estamos buscando retornar o protagonismo e a projeção nacional da nossa Editora, para que ela reforce tudo o que somos na UFG”, finalizou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfrentando o desafio de assumir a reitoria, desde janeiro de 2025, a reitora da UFG, Sandramara Matias Chaves cumprimentou nominalmente os autores que coroam a autoria dos 14 livros. “Nós não seríamos a UFG sem a dedicação de cada um de vocês que representam a inovação, pesquisa, ciência e cultura. Estamos posicionado de maneira destacada em grandes rankings e isso também é resultado do compromisso de cada uma das pessoas que contribuíram, a seu tempo e a seu modo, para que fôssemos quem somos”, afirmou a reitora. Segundo ela, essas conquistas são fruto de um trabalho histórico que se iniciou há muitos anos e só foi possível graças ao que a UFG tem de mais precioso: as pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A vice-reitora, Camila Cardoso Caixeta, iniciou sua fala enaltecendo a sensibilidade da Editora UFG na escolha de seus projetos e na sua aproximação com a sociedade. “A PRPG e a PRPI tem a missão de potencializar os talentos que temos na UFG”, afirmou a vice-reitora, lembrando que esses três primeiros meses de gestão tem sido tão belos quanto desafiadoras. Segundo ela, apesar de todas as dificuldades que já se passaram e todas as que virão “a Universidade resiste. Os livros resistem”, defendeu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Afirmando que a coleção lançada retoma a potência intelectual da pós-graduação da UFG, o pró-reitor adjunto de pós-graduação, Ricardo Marreto, destacou que essa iniciativa dá vazão aos trabalhos realizados. “Nós na PRPG acreditamos que precisamos continuar avançando, queremos melhorar a utilização de nossos repositórios e seguir dando apoio aos programas e seus estudantes. Temos muitos desafios, mas expectativas muito boas”, concluiu. O pró-reitor de inovação da UFG, Wendell Coltro, reforçou que é preciso ter um olhar transversal quando se pensa nessa área e a sua implementação. “Esse lançamento reforça a popularização da ciência e nessa gestão estamos muito voltados para valorizar e reforçar exatamente ações”, frisou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/Cole%C3%A7%C3%A3o_Express%C3%A3o_acad%C3%AAmica01.png" alt=" Coleção Expressão acadêmica01.png" width="700" height="467" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Lançamento foi realizado no auditório da PRPI&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/Cole%C3%A7%C3%A3o_Express%C3%A3o_acad%C3%AAmica04.png" alt=" Coleção Expressão acadêmica04.png" width="700" height="467" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Novo edital para a Coleção Expressão Acadêmica será divulgado ainda no mês de abril&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/Cole%C3%A7%C3%A3o_Express%C3%A3o_acad%C3%AAmica02.png" alt=" Coleção Expressão acadêmica02.png" width="700" height="470" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Kalyne Menezes Souza recebe das mãos da reitora uma homenagem. Ela é autora do livro "Cooperativa de jornalistas de Goiás: Projornal (1978 a 1988)"&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/Cole%C3%A7%C3%A3o_Express%C3%A3o_acad%C3%AAmica03.png" alt=" Coleção Expressão acadêmica03.png" width="700" height="465" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Lançamento reuniu gestores, autores e familiares&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 15:23:11 -0300</pubDate>
      <link>https://editora.ufg.br/n/200036-lancada-colecao-expressao-academica</link>
      <guid>https://editora.ufg.br/n/200036-lancada-colecao-expressao-academica</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Editora UFG lança Coleção Expressão Acadêmica</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="lançamento EA" title="lançamento EA" src="http://editora.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1295/o/lan%C3%A7amento_E.A..png?1775564126" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Quatorze obras resultantes de teses e dissertações defendidas nos Programas de Pós-Graduação (PPGs) da Universidade Federal de Goiás (UFG) serão lançadas nesta semana (08/04) e passarão a integrar o catálogo da Editora UFG, como parte da Coleção Expressão Acadêmica. As obras serão publicadas em formato de e-book, sendo resultados do edital nº 01/2024 que selecionou trabalhos de cada uma das seguintes grandes áreas de conhecimento da CAPES: Ciências Humanas; Linguística, Letras e Artes; Ciências Sociais Aplicadas; Multidisciplinar; Ciências da Saúde e Ciências Agrárias.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Com caráter multidisciplinar, a coleção evidencia a diversidade temática e a potência intelectual das pesquisas desenvolvidas na UFG, reunindo obras que contemplam diferentes áreas do conhecimento e refletem a qualidade da produção acadêmica da instituição. A proposta amplia o alcance do conhecimento científico e fortalece a presença da universidade no diálogo da academia com a sociedade. Para o diretor da Editora UFG, Prof. Wilson Flores, a Coleção Expressão Acadêmica se consolida como uma estratégia fundamental de valorização da pesquisa desenvolvida na pós-graduação. Segundo ele, a coleção amplia o alcance do saber produzido na universidade ao converter estudos acadêmicos em publicações acessíveis a diferentes públicos, evidenciando o empenho da Editora em promover a disseminação do conhecimento, impulsionar o desenvolvimento científico e valorizar a produção intelectual.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A iniciativa ganha ainda mais relevância diante do desempenho da Universidade na mais recente Avaliação Quadrienal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) (2021 a 2024), na qual os Programas de Pós-Graduação da Universidade Federal de Goiás se destacaram pela qualidade e consolidação de suas pesquisas. Os dados divulgados pela Capes indicam que mais de 30% dos programas da UFG obtiveram aumento de conceito, configurando um desempenho amplamente positivo no cenário nacional da pós-graduação (Secom UFG, 2026). Nesse contexto, o lançamento das novas obras não apenas celebra a produção científica da UFG, mas também reafirma o compromisso da universidade com a excelência acadêmica, a democratização do conhecimento e o fortalecimento da pesquisa como instrumento de transformação social.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Confira os títulos dos lançamentos: &lt;/p&gt;
&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;
&lt;li&gt;Hannah Arendt e Charles Taylor: a democracia como liberdade e reconhecimento, de João Pedro Andrade de Campos;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Alterações ósseas e dentárias em sincrânios de cervídeos neotropicais, de Tamires Ataides Silva;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Paul Feyerabend e a educação física brasileira: entre episteme e “anarquia”, de Silas Alberto Garcia;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Gesamtkunstwerk A Obra de Arte Total de Richard Wagner (1813 - 1883) e a Criação da Imagem Simbólica no Drama O Anel Do Nibelungo, de Allan Lourenço da Silva;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A Cooperativa de jornalistas de Goiás: Projornal (1978 a 1988), de Kalyne Menezes Souza;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Saberes de docentes de Educação Física acerca dos jogos eletrônicos: implicações para a prática pedagógica na escola, de Adriana da Silva Costa;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Atenção em saúde bucal durante a pandemia da Covid-19, de Samara Marques de Moura;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;“Pegadas” históricas: educação de pessoas trabalhadoras no Distrito Federal (1957 a 1998), de Leila Maria de Jesus Oliveira;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A Shoah como um paradigma para a historiografia: trauma, memória e testemunho, de Sabrina Costa Braga;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A Fina Flor da Sociedade: reflexões sobre maconha, identidades e dinâmicas de poder em Goiânia, de Lilean Cury de Rezende Bastos;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Samuel Costa Cartografias da Memória: arquivo. corpo. homoerotismo, de Keith Valéria Tito;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Os processos educacionais no contexto da cultura digital: um estudo de caso do canal do youtuber Felipe Neto; de Iolene Mesquita Lobato;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O conceito do mal: uma investigação a partir de Hannah Arendt, Valério Luiz de Oliveira Filho;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Um artista no planetário: poéticas e processos de criação em cosmografias artísticas, de Matheus Ezequiel Oliveira Meireles.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Conheça a editora UFG!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 09:15:31 -0300</pubDate>
      <link>https://editora.ufg.br/n/editora-ufg-lanca-novas-publicacoes-colecao-expressao-academica</link>
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    </item>
    <item>
      <title>A dica de hoje é: Voo cego, da escritora Darcy França Denófrio</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="NOTICIA - MOMENTO INDICA" title="NOTICIA - MOMENTO INDICA" src="http://editora.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1295/o/MOMENTO_INDICA.png?1773121256" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://www.instagram.com/p/DL-ZoRCsbeG/?img_index=1"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 10 Mar 2026 02:46:59 -0300</pubDate>
      <link>https://editora.ufg.br/n/199148-a-dica-de-hoje-e-voo-cego-da-escritora-darcy-franca-denofrio</link>
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