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Entrevista a CARLOS JOSÉ DOS SANTOS

• Entrevista a CARLOS JOSÉ DOS SANTOS, da equipe da Divisão Gráfica do CEGRAF/ UFG

PERGUNTA (P.). Por que o senhor decidiu começar a trabalhar na Imprensa Universitária?
RESPOSTA (R.). Surgiu uma oportunidade de trabalhar na Imprensa por meio do convênio do MEC (MEC/ DAU) com a Universidade Federal de Goiás. Ingressei e, posteriormente, fiz o concurso interno para me efetivar.

(P.). Como eram as instalações da antiga Imprensa Universitária?
(R.). O espaço físico era ótimo. O maquinário era de última geração, como o fotolito e a Offset.

(P.). Quais funções o senhor desempenhou ao longo da sua trajetória profissional no CEGRAF/ UFG? Dentre essas funções, qual exigiu mais concentração e apresentou maior dificuldade técnica?
(R.). Eu ingressei em 1978, como artífice em artes gráficas. Trabalhei na Divisão Gráfica na seção de acabamento e auxiliei na Divisão de Revisão. Em 1997, fui transferido para a Biblioteca Central da UFG, durante esse período especializei-me em encadernação especial (capa dura). Retornei ao CEGRAF/ UFG em 2007; fui alocado na Seção de Acabamento da Divisão Gráfica. Todas as funções desempenhadas por mim exigiram-me muita concentração e técnica.

(P.). Quais foram as principais mudanças havidas no CEGRAF/ UFG, nas últimas três décadas, segundo a sua experiência? O que foi mudado com o objetivo de aprimorar?
(R.). As principais foram: a aquisição de maquinário, cursos de capacitação para os servidores TAEs e o perfil da administração do órgão suplementar. Todas as mudanças buscaram um aprimoramento do nosso serviço.

(P.). Quais são as suas melhores e piores lembranças deste órgão suplementar?
(R.). As piores lembranças são da época em que as condições de trabalho eram muito ruins. As melhores são as amizades que conquistei ao longo do tempo, o conhecimento que adquiri e o que, através do trabalho aqui, consegui construir no âmbito pessoal.

 

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